sábado, setembro 17, 2016
As senhoras da bimby,
sábado, setembro 10, 2016
Porquê?
Dir-me-ão: "mas o teu Fiat Uno, às vezes, pára sem razão aparente"
segunda-feira, setembro 05, 2016
Dir-me-ão: "mas o teu Fiat Uno vai muitas vezes abaixo quando pára"
domingo, setembro 04, 2016
Dir-me-ão: "mas, de vez em quando, a porta do lado do condutor do teu Fiat Uno não abre"
quinta-feira, setembro 01, 2016
Dir-me-ão: "mas os vidros do teu Fiat Uno só abrem até meio"
quarta-feira, agosto 31, 2016
Dir-me-ão: "mas o teu Fiat Uno nem sequer tem aquecimento"
terça-feira, agosto 30, 2016
Dir-me-ão: "mas o teu Fiat Uno nem sequer tem rádio"
segunda-feira, julho 04, 2016
quarta-feira, maio 04, 2016
Uma das caraterísticas de Lisboa...
sábado, abril 30, 2016
quinta-feira, março 24, 2016
Porque gosto tanto de ir buscar as minhas filhas à escola II
segunda-feira, março 14, 2016
quarta-feira, março 02, 2016
domingo, novembro 15, 2015
segunda-feira, outubro 26, 2015
A essência é bem capaz de se apresentar sob a forma de lista
quinta-feira, outubro 08, 2015
"A"
domingo, outubro 04, 2015
Contemplação
domingo, março 01, 2015
Nos romances
domingo, fevereiro 22, 2015
terça-feira, fevereiro 10, 2015
chinês - japonês - chinês - japonês (restaurantes)
domingo, fevereiro 08, 2015
domingo, fevereiro 01, 2015
O cão
domingo, janeiro 25, 2015
sábado, janeiro 24, 2015
sábado, janeiro 17, 2015
sábado, janeiro 10, 2015
quinta-feira, novembro 20, 2014
domingo, outubro 12, 2014
segunda-feira, agosto 11, 2014
Valores a aspirar (Luísa Costa Gomes)
terça-feira, agosto 05, 2014
domingo, maio 11, 2014
quinta-feira, maio 08, 2014
terça-feira, abril 29, 2014
sábado, março 08, 2014
quinta-feira, fevereiro 06, 2014
sábado, fevereiro 01, 2014
sexta-feira, janeiro 17, 2014
terça-feira, janeiro 14, 2014
sexta-feira, dezembro 06, 2013
sexta-feira, novembro 22, 2013
sábado, novembro 02, 2013
terça-feira, outubro 08, 2013
segunda-feira, agosto 19, 2013
domingo, agosto 18, 2013
Ferida
Uma ferida serve, pelo menos, para duas coisas:
(1) como ponto de partida para a reconstrução de memórias;
(2) como testemunha da extraordinária capacidade de regeneração do corpo (extraordinária mas limitada).
sábado, agosto 10, 2013
Dia 7: Carrapateira - Budens
Fica: (1) a "Villa"; (2) o Algarve imobiliário; (3) o amor entre Sagres e São Vicente, a lembrar Pedro e Inês; (4) o Rei Nicolau; (5) o bluff e o não-bluff; (6) o golfe e o BTT, esquemas de entretenimento para, se possível, nos entretermos; (7) projectos, competição, dinheiro, azeite; (8) afogueado; (9) a vontade de estar; o esforço para estar; estar;
Dia 6: Aljezur - Carrapateira
Dia 5: Odeceixe - Aljezur
Dia 4: Odemira - Odeceixe
terça-feira, agosto 06, 2013
Dia 3: Cercal do Alentejo - Odemira.
Ficam, agora de forma perfeitamente clara, "as descidas demasiado rápidas em pisos traiçoeiros". Deveria ter lido e relido o meu post do dia 2 para não me esquecer. Digamos que o resto dos dias serão marcados por uma significativa "economia de movimentos".
Não deixa de ficar, no entanto, a beleza do passeio e a liberdade do BTT.
segunda-feira, agosto 05, 2013
Dia 2: Santiago do Cacém - Cercal do Alentejo
domingo, agosto 04, 2013
Dia 1: Viseu - Santiago do Cacém
sábado, junho 08, 2013
segunda-feira, junho 03, 2013
segunda-feira, maio 13, 2013
quarta-feira, março 27, 2013
sexta-feira, dezembro 28, 2012
sábado, julho 28, 2012
sexta-feira, julho 27, 2012
tapete verde
segunda-feira, julho 23, 2012
lanche, depois da escola, talvez
domingo, maio 13, 2012
quarta-feira, maio 09, 2012
quarta-feira, dezembro 28, 2011
terça-feira, outubro 18, 2011
quinta-feira, outubro 06, 2011
quarta-feira, outubro 05, 2011
segunda-feira, setembro 19, 2011
segunda-feira, setembro 05, 2011
quinta-feira, setembro 01, 2011
quarta-feira, agosto 31, 2011
sexta-feira, agosto 26, 2011
segunda-feira, agosto 01, 2011
no Gerês
Hoje dei uma vista de olhos aos meus e-mails. Tive uma leve sensação "arqueológica".
quinta-feira, julho 28, 2011
domingo, junho 26, 2011
Para o Tomás, que vai crescendo crescendo
Tomás, muitos parabéns pelo fim do 1º ciclo mas acima de tudo muita força para os próximos. O mais difícil está feito. Agora é só uma questão de manteres a curiosidade e a paixão. Pelo desenho, pelo desporto, pelas palavras, pelas pessoas e por muitas outras coisas. E de manter a tua particular e desarmante capacidade para reflectires sobre ti próprio e o teu contexto.
quarta-feira, junho 15, 2011
The Optimism Bias
quinta-feira, abril 07, 2011
sexta-feira, abril 01, 2011
Há uma impossibilidade neste tempo
São muitas vezes coerentes para quem as ouve. Com as repetições, repetições, repetições as "impurezas" destas narrativas vão desaparecendo, tornando-as ainda "melhores". E todas apelam a uma escolha, a uma escolha diferente, claro.
E muitas pessoas querem saber, informam-se, arriscam escolhas. Mas, lá no fundo, sabem que estas escolhas são sempre "primárias", "orgânicas" (é o nosso corpo que decide antes?), ideológicas (seja). A informação é sempre incompleta e a acção potencial também.
E depois colocamos um voto na urna. Por isto ou por aquilo, criando uma narrativa própria ou adaptando (consciente ou inconscientemente) uma outra.
Muito provavelmente as narrativas políticas que nos apresentam têm, todas elas pontos mais fortes e pontos mais fracos. Para complicar tudo a "qualidade" destas narrativas também vai depender da evolução do contexto ("o que não determinamos"), hoje imprevisível (mas possivelmente antecipável).
Podemos, eu sei, ter a nossa própria narrativa sobre a Sociedade ou a Economia. Podemos pensar nela (uma meta-consciência), torná-la mais resiliente, sabendo que é sempre frágil e perene e curta e indefinida.
Eu sugiro três caminhos possíveis e articuláveis para a procura da nossa narrativa individual:
1) Procurá-la da mesma forma que uma imagem surge no seu negativo. Isto é, procurar a nossa narrativa procurando incessantemente o que dela não faz parte, conhecendo ao pormenor o que negamos.
2) Usar mediadores que, ao longo do tempo, acompanhados por nós de perto, nos mostram a sua dedicação, curiosidade e clareza de análise (a minha mãe, por exemplo, escolheu o José Gomes Ferreira e o António Barreto, entre outros).
3) Usar o futuro para decidir hoje mas não para deixar de estar aqui, neste momento, sentado a escrever um texto num blog, rodeado de notas sobre as muitas coisas que tenho a fazer e a ouvir o Presidente da República, na televisão, a comunicar que aceitava a demissão do Governo e que vamos ter eleições no início de Junho. O potencial de existir (e de decidir) "estando" é muito grande. Este "estar" sintetiza, em tempo real e/ou numa decisão, o passado longo e o futuro longo. Nesse gesto tudo se decide e, a seguir, desse gesto como decisão já não resta nada, "apenas" a sua interacção com o seu contexto e a sua interacção com a nossa narrativa em construção.
Esta interacção entre "gesto" e "narrativa em construção" é o ponto onde estou.





