quinta-feira, novembro 18, 2010
segunda-feira, novembro 15, 2010
quarta-feira, novembro 10, 2010
quinta-feira, novembro 04, 2010
quarta-feira, outubro 27, 2010
hotel terminus
calendário da violência humana, frame a frame.
sempre defenderei o meu amigo Ulisses; espero sempre vir a defender o meu amigo Ulisses.
sempre defenderei o meu amigo Ulisses; espero sempre vir a defender o meu amigo Ulisses.
segunda-feira, outubro 11, 2010
quarta-feira, setembro 22, 2010
domingo, setembro 19, 2010
sexta-feira, abril 09, 2010
sábado, março 27, 2010
sábado, março 13, 2010
sexta-feira, março 05, 2010
geonaute
ABERTURA DE PORTA
EM CASO DE EMERGÊNCIA
1º LEVANTAR A TAMPA »
2º CARREGAR NO BOTÃO
3º EMPURRAR AS PORTAS
EM CASO DE EMERGÊNCIA
1º LEVANTAR A TAMPA »
2º CARREGAR NO BOTÃO
3º EMPURRAR AS PORTAS
segunda-feira, março 01, 2010
personagem
Há uma personagem que habita. Meia-idade mas mais jovem, calma, decidida, consciente da forma micro de ser feliz. Individual. Uma festa na qual estávamos mas não participávamos. Conspirávamos. Eu, de longe.
terça-feira, fevereiro 16, 2010
o impacto do objecto
o jovem Werther fez questão de se colocar a si próprio no centro do (seu) mundo; talvez por isso o impacto do objecto
sábado, fevereiro 06, 2010
"Aprender a Viver: Filosofia para os Novos Tempos"
Estranho um pouco este livro de Luc Ferry. Mas vou continuar com a teoria/divino.
Werther, na primeira entrada dirigida directamente a Carlota, acho eu:
"A mola que punha em movimento a minha existência partiu-se"
segunda-feira, fevereiro 01, 2010
sábado, janeiro 23, 2010
lembrei-me agora
"de todas as vezes que recordamos alguma coisa, a estrutura neuronal da memória transforma-se delicadamente, num processo chamado reconsolidação. Na ausência do estímulo original, a memória altera-se, passando a ser mais aquilo que somos do que aquilo de que nos lembramos", in Jonah Lehrer "Proust era um neurocientista" (acho eu)
quinta-feira, janeiro 21, 2010
terça-feira, janeiro 19, 2010
sexta-feira, janeiro 15, 2010
como é que se diz no twitter?
warsaw, leaders of men, digital, autosuggestion, transmission, she's lost control, incubation, dead souls, atmosphere... e depois, só mesmo se apetecer, love will tear us apart
sábado, janeiro 09, 2010
Preston Sturges
"a quimera do riso" na cinemateca, desta vez na sexta à noite; alimentar sinapses, imagens que saltam e se movimentam; acções que se reconhecem; pela semelhança com o presente; pela diferença com o presente.
terça-feira, dezembro 29, 2009
"isto às vezes parece um mau filme francês"
boa dan; não há como uma gargalhada livre ao final da tarde
domingo, dezembro 20, 2009
quinta-feira, setembro 17, 2009
sábado, setembro 12, 2009
Lisboa linha de eléctrico 28
Veio de uma colectânea de viagens oferecida por uma amiga. É a primeira, por ser a mais próxima. Critério, critério, critério.
A primeira de uma série de caminhos a percorrer. Passa por aqui, pela minha casa. E o som entra pelas janelas.
Os veículos são de madeira, amarelos e apitam muito. Vão dos Prazeres da morte aos prazeres do Martim Moniz, onde, diga-se se pode comer um excelente caril no centro comercial com o mesmo nome. Graça, Mouraria, Alfama, Baixa, Bairro Alto, São Bento, Campo de Ourique. A subir e a descer. Uma Lisboa que eu adoro, cheia de sol e vida. Espaço vital para mim e para muitas pessoas.
Falta-nos, segundo o nosso critério rígido, fazer o percurso Martim Moniz- Prazeres - Poço dos Negros. Tomar o pequeno-almoço na Brasileira. Há quem fale, sem medo, de uma fotografia com a estátua de bronze do poeta. Voltar à Basílica e aos jardins da Estrela. E descobrir o cemitério inglês. E Henry Fielding. E voltar ao antigo castelo do governador mouro. E aos tesouros da Gulbenkian. É o plano que tenho com o meu irmão que, segunda-feira, talvez comece um curso de Mandarim. Podia ser outro plano qualquer.
A primeira de uma série de caminhos a percorrer. Passa por aqui, pela minha casa. E o som entra pelas janelas.
Os veículos são de madeira, amarelos e apitam muito. Vão dos Prazeres da morte aos prazeres do Martim Moniz, onde, diga-se se pode comer um excelente caril no centro comercial com o mesmo nome. Graça, Mouraria, Alfama, Baixa, Bairro Alto, São Bento, Campo de Ourique. A subir e a descer. Uma Lisboa que eu adoro, cheia de sol e vida. Espaço vital para mim e para muitas pessoas.
Falta-nos, segundo o nosso critério rígido, fazer o percurso Martim Moniz- Prazeres - Poço dos Negros. Tomar o pequeno-almoço na Brasileira. Há quem fale, sem medo, de uma fotografia com a estátua de bronze do poeta. Voltar à Basílica e aos jardins da Estrela. E descobrir o cemitério inglês. E Henry Fielding. E voltar ao antigo castelo do governador mouro. E aos tesouros da Gulbenkian. É o plano que tenho com o meu irmão que, segunda-feira, talvez comece um curso de Mandarim. Podia ser outro plano qualquer.
domingo, setembro 06, 2009
acção e significado
vou atribuir significado a uma acção: no Domingo passado visitei o presépio de Machado de Castro na Basílica da Estrela; uma moeda de 50 cêntimos acende a luz por 2 minutos; uma moeda de 1€ acende a luz por 4 minutos
teatro e ideias fixas
uma das principais ideias que me atraem no teatro é ele tornar ridículas as ideias fixas;
atracção e repulsa
um bébé quer um objecto e chora para o obter » depois sente repulsa e deita-o fora; depois quer o objecto outra vez e chora; depois deita fora... [talvez só uma vez; talvez não]; há uma atracção pelos outros e uma repulsa pelos outros; complementa-se com uma atracção por nós e uma repulsa por nós.
segunda-feira, agosto 24, 2009
sábado, agosto 22, 2009
Capítulo 1 - "Café?"
[nota prévia: havia, ou melhor, "há mas" uma introdução]
Encontrava-me com ela nas traseiras de um autocarro abandonado. As rodas pareciam enormes e nós, claro, pequenos. Falávamos de dúvidas, sensações e intromissões. "Desejava ter-te conhecido", penso hoje. Quem eras, realmente? Ou melhor, quem és hoje? Na altura não existias...
Um dia, Novembro com sol, o autocarro começou a andar. Olhei para ti, sorri e saltei. Para dentro, claro. Onde iria? Era inevitável. Andava devagar. Tinha estado parado tanto tempo! Depois, começou a acelerar. Sentei-me confortavelmente ao lado do volante. Ninguém conduzia. Era um tipo simpático e disciplinado. "Conduzir um autocarro é uma coisa séria", repetia. "É como um avião, só que mais complicado porque há mais trânsito".
Alguém sentava-se na última fila do veículo. Dormia profundamente quando eu entrei. Dormiu durante dois, três dias talvez. Depois acordou e sorriu durante muito tempo. Ninguém e eu olhávamos expectantes. "Café?"
Encontrava-me com ela nas traseiras de um autocarro abandonado. As rodas pareciam enormes e nós, claro, pequenos. Falávamos de dúvidas, sensações e intromissões. "Desejava ter-te conhecido", penso hoje. Quem eras, realmente? Ou melhor, quem és hoje? Na altura não existias...
Um dia, Novembro com sol, o autocarro começou a andar. Olhei para ti, sorri e saltei. Para dentro, claro. Onde iria? Era inevitável. Andava devagar. Tinha estado parado tanto tempo! Depois, começou a acelerar. Sentei-me confortavelmente ao lado do volante. Ninguém conduzia. Era um tipo simpático e disciplinado. "Conduzir um autocarro é uma coisa séria", repetia. "É como um avião, só que mais complicado porque há mais trânsito".
Alguém sentava-se na última fila do veículo. Dormia profundamente quando eu entrei. Dormiu durante dois, três dias talvez. Depois acordou e sorriu durante muito tempo. Ninguém e eu olhávamos expectantes. "Café?"
quinta-feira, agosto 20, 2009
hoje
há tanta coisa; o pão com manteiga e a meia de leite morna; a linha e o resto; a coluna do renascido MEC; o Herman, não o José, o Kahn; o pensamento; a ideia de parar de ter ideias; o móvel "decriado"; o saudável agualusa que tem um diário; a minha memória tb necessita de um; uma casa onde se pode escrever; uma casa marcada pela leitura, não de livros, mas do que existe; o almoço e a conversa; o café na máquina que funciona cada vez melhor; o eu e o mim; o calor de lisboa; os bancos, não os de jardim; as cadeiras, não as da universidade; os arquitectos; as pessoas; os seus cérebros; as suas emoções; a ausência de um; a ausência do outro; a ausência dos dois; a presença de um; a presença do outro; a presença e interacção dos dois, cérebro e emoções.
quinta-feira, maio 28, 2009
Há uns tempos estive em Madrid. E em Segóvia, já agora.
Tive a impressão que as pessoas mais simpáticas são as que ficam mais tempo afastadas do mundo - a sua boa vontade é bem capaz de as levar a isso.
O Che Guevara foi um guerrilheiro revolucionário, tão real quanto James Dean. Segovia tem um fino aqueduto romano, e uma Calle Real que não existe, e uma catedral (claro) e uma Plaza Mayor (claro). E uma espécie de castelo onde Isabel, a Católica, se preparou para ser rainha. E um quartel particular, bastante feminino (nem sequer se situa num alto).
O Retiro, em Madrid, confirma-se como o lugar que eu, se pudesse, metia no bolso e levava comigo. Os morangos são baratos em Espanha. A habitação é cara, mas cada vez menos. Eu não sei se devemos ser rápidos ou não. Depende, já sei. Não sei é se isso ajuda muito.
O Che Guevara foi um guerrilheiro revolucionário, tão real quanto James Dean. Segovia tem um fino aqueduto romano, e uma Calle Real que não existe, e uma catedral (claro) e uma Plaza Mayor (claro). E uma espécie de castelo onde Isabel, a Católica, se preparou para ser rainha. E um quartel particular, bastante feminino (nem sequer se situa num alto).
O Retiro, em Madrid, confirma-se como o lugar que eu, se pudesse, metia no bolso e levava comigo. Os morangos são baratos em Espanha. A habitação é cara, mas cada vez menos. Eu não sei se devemos ser rápidos ou não. Depende, já sei. Não sei é se isso ajuda muito.
sons
são um conjunto de placas metálicas; são grandes; se as agarrar, talvez só com uma mão, mudam de som; passam do seu som próprio, educado; para um som agudo e animal; mas não desagradável
sexta-feira, maio 01, 2009
odeceixe - lx
dia sem história; mas no bom sentido; de relaxe, sol, reentrada; este post é dedicado à cris, amiga à antiga, parceira desta viagem por portugal; a viagem física foi um pretexto; a verdadeira viagem foi a das conversas, birras e gargalhadas que partilhámos; gracias; mesmo
quinta-feira, abril 30, 2009
silves - odeceixe
levantava-me muito muito cedo e ia até ao rio; não molhava os pés - a água estava fria - mas pensava que no final da tarde, com a maré baixa, talvez conseguisse ser convidado para jogar uma partida de futebol num dos campos mais bonitos do mundo: a areia molhada da praia de odeceixe; também me lembro de dores de dentes que faziam as pessoas correr; correr para esquecer? e de uma tenda azul com dois quartos. ontem: jantar muito agradável e descontraído em silves, no "ponte romana", restaurante que deve o seu nome a uma ponte que, ao que parece, é medieval; pessoas simpáticas e decididas; como a cidade, aliás; hoje: levantar tardio e manhã ao sol; poucos kms até odeceixe; para matar saudades; e para criar novas; está bonito, o lugar, ordenado com os contributos alemães, holandeses e ucranianos; às vezes barulhento com o contributo espanhol. amanhã: regresso a lisboa; blank; o
quarta-feira, abril 29, 2009
aljustrel - faro - silves
e já está; a N2; de chaves a faro; 700 e tal kms na estrada mais longa de portugal; algumas horas de conversa; muitas histórias e imagens; hoje foi uma etapa fácil, com conversas curtas mas ainda assim importantes; como a do senhor que foi para a austrália porque era preciso; o algarve tem um ritmo diferente do alentejo; gostei de aljustrel; do ambiente, das pessoas e dos cafés (gosto de cafés, o que é que posso fazer?); e das giestas de flor branca; hoje levantei-me cedo e sentei-me no café mais central, na grande curva de aljustrel; a olhar para a estrada, claro.
ainda deu para vida de shopping na guia; com bowling e fnac incluídas; fiz 128 pontos, nada mau para quem não jogava desde os 19 anos em Ibiza; comprei "a ascensão do dinheiro", conselho de um amigo apaixonado pela moeda;
hoje silves; amanhã costa alentejana e sexta lisboa;
a estrada é uma companhia; um espelho; um elemento neutro que nos permite pensar; às vezes aparecem surpresas; a maior parte do tempo não; a capacidade humana de acumular, construir e contar histórias parece estar no centro da identidade, das escolhas, da personalidade, da acção
ainda deu para vida de shopping na guia; com bowling e fnac incluídas; fiz 128 pontos, nada mau para quem não jogava desde os 19 anos em Ibiza; comprei "a ascensão do dinheiro", conselho de um amigo apaixonado pela moeda;
hoje silves; amanhã costa alentejana e sexta lisboa;
a estrada é uma companhia; um espelho; um elemento neutro que nos permite pensar; às vezes aparecem surpresas; a maior parte do tempo não; a capacidade humana de acumular, construir e contar histórias parece estar no centro da identidade, das escolhas, da personalidade, da acção
terça-feira, abril 28, 2009
abrantes - aljustrel
estamos quase no algarve; hoje foi um dia cheio: de conversas (algumas bem longas) e de alentejo; mesmo quando ainda não tínhamos chegado já pensávamos em chegar; assim, de alguma forma, já lá estávamos; um erro, dirão algumas pessoas inteligentes; eu não sei.
e de kms, de n2, de verde, vermelho-tinto, amarelo e vermelho, das papoilas; o alentejo é especial, há que assumi-lo com frontalidade, como dizia o outro que parodiava o outro.
40 minutos de conversa no Torrão. Ficou-me na memória; as desventuras dos alentejanos que construíram a Grande Lisboa; que passaram do trabalho no campo a 30 escudos por dia para a construção a 180; que chegavam a casa no sábado à noite e voltavam a partir para lisboa ao final da tarde de domingo; que têm histórias maravilhosas para contar; e que contam a quem os quiser ouvir;
e as meninas de Viseu que vinham todos os anos trabalhar para os campos à volta do Torrão? Quem as trazia era o dono dessa casa, está a ver? (e os olhos brilhavam, mesmo, como se as estivesse a ver - e estava, claro)
estamos em aljustrel, no café-bar Pé de Kaffé, não confundir com o Pepe Café que só existe na minha cabeça; o já habitual carioca de limão duplo à frente; e o netbook aberto; já encontrámos o já habitual tasco e o bar, que se lhe segue, numa rotina que só o é, segundo a cris, se o nível de rigor for ainda maior.
é engraçado como os donos de pensões/residenciais de duas ou três estrelas dedicadas essencialmente à estadia do pessoal itinerante da construção, principalmente os donos de pensões/residenciais de duas ou três estrelas mais velhos, ficam aliviados e sorridentes quando pedimos um quarto duplo, frisando a existência de duas camas separadas;
de vez em quando esta suave decadência do interior de Portugal faz-me lembrar o inevitável Edward Hopper; eu sei que é um clichê, paciência. Talvez se o Hopper e a Joana Vasconcelos se fundissem e contratassem a A. Silva e Silva para construir um país.
Cris: http://momentosemovimento.blogspot.com/2009/04/n2-dia-4.html
e de kms, de n2, de verde, vermelho-tinto, amarelo e vermelho, das papoilas; o alentejo é especial, há que assumi-lo com frontalidade, como dizia o outro que parodiava o outro.
40 minutos de conversa no Torrão. Ficou-me na memória; as desventuras dos alentejanos que construíram a Grande Lisboa; que passaram do trabalho no campo a 30 escudos por dia para a construção a 180; que chegavam a casa no sábado à noite e voltavam a partir para lisboa ao final da tarde de domingo; que têm histórias maravilhosas para contar; e que contam a quem os quiser ouvir;
e as meninas de Viseu que vinham todos os anos trabalhar para os campos à volta do Torrão? Quem as trazia era o dono dessa casa, está a ver? (e os olhos brilhavam, mesmo, como se as estivesse a ver - e estava, claro)
estamos em aljustrel, no café-bar Pé de Kaffé, não confundir com o Pepe Café que só existe na minha cabeça; o já habitual carioca de limão duplo à frente; e o netbook aberto; já encontrámos o já habitual tasco e o bar, que se lhe segue, numa rotina que só o é, segundo a cris, se o nível de rigor for ainda maior.
é engraçado como os donos de pensões/residenciais de duas ou três estrelas dedicadas essencialmente à estadia do pessoal itinerante da construção, principalmente os donos de pensões/residenciais de duas ou três estrelas mais velhos, ficam aliviados e sorridentes quando pedimos um quarto duplo, frisando a existência de duas camas separadas;
de vez em quando esta suave decadência do interior de Portugal faz-me lembrar o inevitável Edward Hopper; eu sei que é um clichê, paciência. Talvez se o Hopper e a Joana Vasconcelos se fundissem e contratassem a A. Silva e Silva para construir um país.
Cris: http://momentosemovimento.blogspot.com/2009/04/n2-dia-4.html
segunda-feira, abril 27, 2009
santa comba dão - abrantes
Abrantes. Percebo relativamente bem porque é que nunca cá tinha vindo. Diga-se, no entanto, que esta não é uma viagem à procura de uma qualquer estética. É mais uma viagem à procura de uma estrada e, um bocadinho, de um Portugal que continua por aqui e que parece muito distante lá por Lisboa. Manhã de conversa na sapataria-loja de desporto do BI em Santa Comba depois do pequeno-almoço na casa das argolas; velhinhos com fome incluídos. Ontem fomos beber uma cerveja e uma amêndoa amarga ao bar da Casa da Cultura local. Copos, máquinas e snooker no bar da Casa da Cultura. E pode-se fumar, o que é um atractivo - para quem fuma e para quem sai com quem fuma - nas frias noites beirãs.
De Santa Comba até Penacova fomos literalmente à procura da N2. Não foi fácil mas, aqui e ali, encontrámos a estrada que já é um bocadinho nossa.
Tentámos falar com duas senhoras, uma pouco faladora; a outra esquiva (desapareceu quando voltámos para lhe perguntar qualquer coisa e iniciar a coisa). A que falava pouco olhava para a estrada que não conhecia e não sabia para onde ia, estava num aldeia que não sabia qual era e justificava tudo isto por ser nova (devia ter uns 40 anos). Um senhor, em cima da ponte, lá foi falando da estrada embora insistisse que, para indicações, o ideal era a falsa Galp 100 metros mais à frente. Falsa Galp porque já não era uma bomba de gasolina mas uma mercearia, apesar de manter o grande G junto à estrada.
A estrada continua, no entanto. Já vai a meio. Já não me ria como ontem há muito tempo. Cansaço misturado com uvas do Chile e a ideia de um louco atrás de uma árvore com medo que o venham buscar. Já sabem, pouco depois, vieram buscá-lo.
Para a Cris, no entanto, http://momentosemovimento.blogspot.com/2009/04/hoje-tudo-foi-dificil-ate-escolha-da.html.
De Santa Comba até Penacova fomos literalmente à procura da N2. Não foi fácil mas, aqui e ali, encontrámos a estrada que já é um bocadinho nossa.
Tentámos falar com duas senhoras, uma pouco faladora; a outra esquiva (desapareceu quando voltámos para lhe perguntar qualquer coisa e iniciar a coisa). A que falava pouco olhava para a estrada que não conhecia e não sabia para onde ia, estava num aldeia que não sabia qual era e justificava tudo isto por ser nova (devia ter uns 40 anos). Um senhor, em cima da ponte, lá foi falando da estrada embora insistisse que, para indicações, o ideal era a falsa Galp 100 metros mais à frente. Falsa Galp porque já não era uma bomba de gasolina mas uma mercearia, apesar de manter o grande G junto à estrada.
A estrada continua, no entanto. Já vai a meio. Já não me ria como ontem há muito tempo. Cansaço misturado com uvas do Chile e a ideia de um louco atrás de uma árvore com medo que o venham buscar. Já sabem, pouco depois, vieram buscá-lo.
Para a Cris, no entanto, http://momentosemovimento.blogspot.com/2009/04/hoje-tudo-foi-dificil-ate-escolha-da.html.
lamego - santa comba dão
A praça dr salazar está vazia; é um não-assunto com relevo parlamentar.
De Lamego não trouxemos bolas, nem sequer do Bar Doce Bar, por cima do Centro de Emprego. E isto apesar do rigor demoníaco da empregada de café de 20 anos. De manhã estava sol, na avenida. A N2, essa, ria escondida lá para os lados da Senhora dos Remédios. Voltámos a agarrá-la nos olhos do Senhor Isidro e da filha Maria, lá no alto; na força do Senhor Joaquim Albernaz, primo do António, o especialista da N2 que encontrámos pouco depois de Viseu; no sorriso do jovem Senhor Fernando, da paragem de autocarro em Tondela; e até na embriaguez do Senhor António Amorim, na velha ponte de Santa Comba.
No mundo surge uma gripe de contornos estranhos. Vem do méxico.
Amanhã é dia de sapatos no BI e de sol, espero.
A Cris, conversadora audaciosa, tem fotos e outra perspectiva da coisa: http://momentosemovimento.blogspot.com/2009/04/n2-dia-2.html
De Lamego não trouxemos bolas, nem sequer do Bar Doce Bar, por cima do Centro de Emprego. E isto apesar do rigor demoníaco da empregada de café de 20 anos. De manhã estava sol, na avenida. A N2, essa, ria escondida lá para os lados da Senhora dos Remédios. Voltámos a agarrá-la nos olhos do Senhor Isidro e da filha Maria, lá no alto; na força do Senhor Joaquim Albernaz, primo do António, o especialista da N2 que encontrámos pouco depois de Viseu; no sorriso do jovem Senhor Fernando, da paragem de autocarro em Tondela; e até na embriaguez do Senhor António Amorim, na velha ponte de Santa Comba.
No mundo surge uma gripe de contornos estranhos. Vem do méxico.
Amanhã é dia de sapatos no BI e de sol, espero.
A Cris, conversadora audaciosa, tem fotos e outra perspectiva da coisa: http://momentosemovimento.blogspot.com/2009/04/n2-dia-2.html
sábado, abril 25, 2009
porto - chaves - lamego
Este blog não é um blog de viagens; eu não sou um viajante; mas em viagem há posts que aparecem; e eu gosto de sair. Hoje começou a N2, ou a Rua Estrada Nacional Dois como é conhecida por alguns, algures entre Chaves e Santa Marta de Penaguião, onde parámos por causa de uma aula de aeróbica para crianças rodeada por livros de livrarias estranhas.
Dia cheio. Rápido até Chaves, fruto dos fundos. Lento a partir daí, fruto de seres humanos cujos cérebros criam imagens e que, por curiosidade, hábito ou insensatez, experimentam pôr em prática essas imagens. De vez em quando, claro. De vez em quando.
As uvas chilenas à venda no alto douro vinhateiro confundiram-se com um senhor, assustado, a olhar freneticamente para a estrada como se o viessem prender. Pouco depois, vieram prendê-lo.
O rapaz das uvas almoçava mas lá saíu da carrinha. Leva a caixa por 2 euros. Em Viseu é que se vende bem.
De mota fazíamos 1200 km pelo Norte de Portugal, com a tenda às costas e a ideia dos copos ao final da tarde, contou contando histórias o amigo do senhor do Porto no café da senhora que agora serve mais os sargentos do quartel do que os camionistas. Mudam ao lado, constroem a auto-estrada, e já se sabe, nós transformamo-nos, e a N2 também.
Há quem saiba que a N2 termina no Algarve, basta ir sempre em frente. Há quem não saiba onde está. Há quem pense que a N2 termina em Vila Real e que a seguir vem o Porto, antes de Coimbra. Mais do que isso não me peçam, deixem-me fumar o meu cigarro e voltar para os matraquilhos, por favor.
A primeira coisa que tens que fazer, filha, é mostrar o quarto aos senhores.
A amiga Cris, às vezes Sofia, já sabemos, aceita a incerteza deste trajecto e tem outra perspectiva: http://momentosemovimento.blogspot.com/2009/04/n2-dia-1.html
Dia cheio. Rápido até Chaves, fruto dos fundos. Lento a partir daí, fruto de seres humanos cujos cérebros criam imagens e que, por curiosidade, hábito ou insensatez, experimentam pôr em prática essas imagens. De vez em quando, claro. De vez em quando.
As uvas chilenas à venda no alto douro vinhateiro confundiram-se com um senhor, assustado, a olhar freneticamente para a estrada como se o viessem prender. Pouco depois, vieram prendê-lo.
O rapaz das uvas almoçava mas lá saíu da carrinha. Leva a caixa por 2 euros. Em Viseu é que se vende bem.
De mota fazíamos 1200 km pelo Norte de Portugal, com a tenda às costas e a ideia dos copos ao final da tarde, contou contando histórias o amigo do senhor do Porto no café da senhora que agora serve mais os sargentos do quartel do que os camionistas. Mudam ao lado, constroem a auto-estrada, e já se sabe, nós transformamo-nos, e a N2 também.
Há quem saiba que a N2 termina no Algarve, basta ir sempre em frente. Há quem não saiba onde está. Há quem pense que a N2 termina em Vila Real e que a seguir vem o Porto, antes de Coimbra. Mais do que isso não me peçam, deixem-me fumar o meu cigarro e voltar para os matraquilhos, por favor.
A primeira coisa que tens que fazer, filha, é mostrar o quarto aos senhores.
A amiga Cris, às vezes Sofia, já sabemos, aceita a incerteza deste trajecto e tem outra perspectiva: http://momentosemovimento.blogspot.com/2009/04/n2-dia-1.html
sexta-feira, abril 24, 2009
lx - porto
Havia uma prova de ciclismo com este nome. Não sei se ainda existe. Acabei de fazer a minha segunda ressonância magnética no espaço de 3 meses. Quando ouço aquele som penso que, no futuro, é plausível que a música seja assim.
O Afonso é Pontual. Mas, afinal, o Pontual é que era na rua dos ferreiros, ali, à direita, depois do hotel, a seguir a virar à esquerda. Eu ia muito ao Luso antes de trabalhar aqui, disse o rapaz. Eu também, respondi, embora não trabalhe lá, claro. Era no tempo em que por ali chegavam as camionetas de Viseu e a ASAE não existia como existe hoje (isto é importante por causa das bifanas e, claro, por causa do Luso). O dia de hoje foi longo, teve música, rádio e descompressão activa (deve haver uma actividade qualquer no Holmes Place com este nome). Não sabia que Pedrogão Grande era tão no interior.
A amiga Cris, às vezes Sofia, tem outra perspectiva: http://momentosemovimento.blogspot.com/2009/04/n2-partida.html
O Afonso é Pontual. Mas, afinal, o Pontual é que era na rua dos ferreiros, ali, à direita, depois do hotel, a seguir a virar à esquerda. Eu ia muito ao Luso antes de trabalhar aqui, disse o rapaz. Eu também, respondi, embora não trabalhe lá, claro. Era no tempo em que por ali chegavam as camionetas de Viseu e a ASAE não existia como existe hoje (isto é importante por causa das bifanas e, claro, por causa do Luso). O dia de hoje foi longo, teve música, rádio e descompressão activa (deve haver uma actividade qualquer no Holmes Place com este nome). Não sabia que Pedrogão Grande era tão no interior.
A amiga Cris, às vezes Sofia, tem outra perspectiva: http://momentosemovimento.blogspot.com/2009/04/n2-partida.html
sábado, abril 18, 2009
madrid
em madrid, capital do império dos outros, dizem-me que as pessoas não se desviam do caminho; há republicanos revolucionários; tapas populares e tapas chic; uma biblioteca grande, primeiro edifício de recoletos; uma casa da america com crentes cristãos cubanos que exploram a relatividade do corpo; um parque que queria ser um mar; uma amiga que traça, confiante, um caminho próprio; filmes de terror; malária ou paludismo, à francesa; el pais e a inteligência do chefe de governo; pão seco; net books; avenidas largas; um passo atrás de outro; um sono longo; um dia rápido; che, talvez, vindo do sol; sushi, também ele, talvez vindo do sol; um futuro que tolda as minhas percepções; a minha percepção disso mesmo
sexta-feira, janeiro 09, 2009
sábado, janeiro 03, 2009
sexta-feira, janeiro 02, 2009
quinta-feira, dezembro 11, 2008
potosí
porque os espanhóis nao sabem pronunciar alguns sons; um escudo é uma moeda feita de ouro; a montanha, por seu lado, é feita de prata;
domingo, dezembro 07, 2008
quarta-feira, dezembro 03, 2008
inicio 3
A minha memoria guarda sons e hesitacoes de velhos puxadores brancos de velhas portas vermelhas. Cansados, como ela, mas sorridentes, como ela. Ja nao eram perfeitamente brancos. Tal como as portas ja nao eram perfeitamente vermelhas.
terça-feira, dezembro 02, 2008
segunda-feira, dezembro 01, 2008
quinta-feira, novembro 27, 2008
segunda-feira, novembro 24, 2008
domingo, novembro 23, 2008
lima3
lima é a concretizaçao deste blog, disse; mas nao é; é a melhor aproximaçao que eu conheço a uma realidade muitamaumuitobom potencial; nao serve escrever porquê, seria sempre um instrumento desajeitado; mas serve levantar a hipótese, propôr uma teoria e criticá-la, nao é Karl?
just go with the flow
just go with the flow
sábado, novembro 22, 2008
lima2
para cheirar, e espirrar, o nariz é sempre pequeno, bem disposto, ausente; a simpatia favorece os outros; às vezes nao favorece os que pintam narizes pequenos em praças apinhadas de vermelhos, laranjas e, se artistas artistas artistas, azuis.
lima
gigantes quadrados chegam do mar em estranhos barcos de pedra; as pedras combatem; e das pedras nasce o sol; as pedras transformam-se, mais rapidamente do que noutros lugares; tenho saudades do alto, da montanha.
terça-feira, julho 22, 2008
terça-feira, abril 08, 2008
sábado, fevereiro 02, 2008
quinta-feira, janeiro 17, 2008
Bxl
Há uns tempos acabei por ter sorte: tenho as minhas mãos ao sol e, em breve, já conseguirei escrever.
sábado, janeiro 05, 2008
máquinas de lavar e a importância da participação
Gosto de ficar a observar os primeiros momentos da máquina de lavar em funcionamento, aquela espera pela primeira gota que antecipa a enxurrada. Mas só gosto quando sou eu a separar a roupa, a colocá-la na máquina, a abrir a gaveta e a colocar lá dentro o pó e o outro líquido.
segunda-feira, dezembro 10, 2007
quarta-feira, setembro 26, 2007
teatro
o teatro motiva-me como aproximação à possibilidade de viver; o problema com a possibilidade de viver é que é sempre mais limitada, menos excêntrica do que a vida; tic tac tic tac; o tempo corre; não há tempo e assim, por causa da falta de tempo emergem os símbolos; depois, o valor dos símbolos escolhidos depende do impacto, não sobre a realidade mas, acima de tudo sobre as pessoas que os enunciam (neste caso, os actores); neste sentido, o teatro deve ter como objectivo aproximar-se ao máximo da vida, da sensação de olhar, de sentir; e um bom actor seria alguém cujo impacto simbólico é, curiosamente, real, transparecendo; não falo, obviamente, de realismo, mas precisamente do seu contrário; o que retemos da vida não é o contínuo, e interpreto o real como um contínuo; falo do imprevisto, do incerto antecipável e do aleatório; mas não falo de improvisação; a vida não se confunde com improvisação; é também estrutura e sistema; falo de "âncoras" e sinais de aviso; hábitos; dúvidas; rupturas e permanências associadas a rupturas.
quarta-feira, setembro 19, 2007
teoria da conspiração
há uma combinação secreta entre o vento e o mar para nenhum deles se deixar apanhar
sexta-feira, setembro 14, 2007
Astérix
quando a noite começa a cair; mas a cair mesmo, sem receio, aí pelas oito menos um quarto nesta época do ano, pode-se olhar para o céu, logo a seguir ao rio, e esperar que ele se mantenha firme
sexta-feira, agosto 31, 2007
Daniel
O meu irmão faz amanhã 22 (?) anos. 22 anos. Não o vou elogiar, não só porque é desnecessário mas também porque ele poderia usar isso contra mim (nunca se sabe com os benfiquistas).
22 anos. Confesso que quando penso nisso tenho sempre que refazer as contas. E não é por ser muito, é por ser pouco. Ou melhor, é por ser muito para ser tão pouco.
Ele é uma presença constante em mim; genética e emocional - é para que conste.
22 anos. Confesso que quando penso nisso tenho sempre que refazer as contas. E não é por ser muito, é por ser pouco. Ou melhor, é por ser muito para ser tão pouco.
Ele é uma presença constante em mim; genética e emocional - é para que conste.
almas?
Há entidades etéreas que vagueiam; às vezes, cada vez com menos frequência, encontram o seu corpo (e respiram fundo); deitam-se na estúpida esperança que amanhã seja uma noite diferente; felizmente, para elas, o dia já o é; são entidades sem direitos, desmembradas, mutiladas.
quarta-feira, agosto 29, 2007
Revolta: Política de Transportes em Portugal
É muito necessário, é muito importante, mesmo muito, sei de fonte segura, viajar até Espanha e ver a tecnologia espanhola dos intercambiadores.
Ruptura de ligamentos
Ouvi dizer que há pais que fazem os t.p.c. dos filhos com 4 ou 5 anos que estão no jardim infantil. Segundo a Escola Superior de Educação Jean Piaget "o país precisa de educadores e formadores"; "se é a tua vocação não hesites".
Um senhor disse-me que o servo freio dele teve que vir de Espanha porque os nossos governantes são maus. Não sei se ele tem razão ou não. A minha dúvida é se se perderão eleições pela não disponibilização, em Portugal, de servo freios.
Se calhar foi essa também a razão pela qual, há uns tempos, eu caí das escadas e tive uma ruptura de ligamentos.
Um senhor disse-me que o servo freio dele teve que vir de Espanha porque os nossos governantes são maus. Não sei se ele tem razão ou não. A minha dúvida é se se perderão eleições pela não disponibilização, em Portugal, de servo freios.
Se calhar foi essa também a razão pela qual, há uns tempos, eu caí das escadas e tive uma ruptura de ligamentos.
Lighthouse Family
A única banda da qual, sem saber porquê, sou fã incondicional. Incondicional, mesmo. Nem tenho que gostar das canções
ler o jornal
Eu leio o jornal a partir da última página. Sempre o fiz, aliás. Entre outras coisas chega-se primeiro às prostitutas e só depois à necrologia.
superfícies polidas
passou uma semana e dois dias; estou sentado no mesmo sítio;
um vazio pequeno, localizado, desce da minha garganta para o peito, do lado direito do coração, quando penso no seu sorriso; é aí, se calhar, que fica guardada a minha avó; fica na minha carne e na minha consciência
tenho cada vez mais a noção das superfícies menos polidas (minhas e dos outros)
um vazio pequeno, localizado, desce da minha garganta para o peito, do lado direito do coração, quando penso no seu sorriso; é aí, se calhar, que fica guardada a minha avó; fica na minha carne e na minha consciência
tenho cada vez mais a noção das superfícies menos polidas (minhas e dos outros)
segunda-feira, agosto 27, 2007
Embraiagem
Ontem estive num espaço amplo, cinzento-betão, mesmo cinzento-betão. Era amplo mas não tinha muito espaço livre. Porque estava ocupado com muitos veículos e poucas pessoas. Alguns (acho que não todos) veículos eram-me familiares. O que não significa, claro, que me agradassem. Tentei "arrumá-los" ou melhor, como se trata de veículos, de os estacionar. Mas pequenas coisas corriam mal. Distracções. Questões de electrónica, de embraiagem (gosto desta palavra - fica como título), pensamentos, carteiras (aos pares) poisadas no banco do lado, o do passageiro (que não estava lá, normalmente; até porque estavam lá as carteiras). E depois apareceu o compasso preto, ou melhor, o estojo preto com o compasso e um conjunto mágico de acessórios. Era o compasso da minha mãe e simbolizava, para mim, ainda simboliza?, um mundo oculto, do desenho, da criatividade que eu sabia que a minha mãe tinha, apesar de não estar presente no dia-a-dia. Porque no dia-a-dia ela era mãe e mulher; e eu era filho. Também estava lá um tanque militar. Não muito grande, não muito moderno mas um tanque militar a sério. Não estava estacionado, ainda, mas estava discreto, junto a um dos lados, perto de um muro. Eu continuei atarefado a tentar "arrumar", em lugares bem demarcados, os veículos, quando, de repente, passam 2 ou 3 veículos militares, velozes, "jeeps", ameaçadores mas distraídos. "Vão ver o tanque", pensei.
Corrida
Quem ganha uma corrida um carro só com uma pessoa com tracção às 4 ou um outro sem tracção às 4? E se for uma viagem contra o vento? Vou fazer uma viagem contra o vento
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