sexta-feira, fevereiro 20, 2004
Um muito paradigmático muitomaumuitobom
A vida tem destas passagens, para outras margens.
Muitomau para os que ficam, muitobom para quem o recebe de volta.
The future is coming on
It's coming on
It's coming on
It's coming on
Críptico? Boa sorte António!
terça-feira, fevereiro 10, 2004
segunda-feira, fevereiro 09, 2004
Dragão
A primeira sensação que me transmitiu foi de pequenez. Relativa, naturalmente. O antigo estádio parecia-me maior, enfim mais... mais grande, no fundo.
A acústica, pelo contrário, pareceu-me de imponência, de meter medo. Os cânticos da claque pareciam invadir tudo.
O relvado, ainda uma desgraça.
As imagens do público, capturadas pelas câmaras internas, uma distracção coreografada, importada directamente dos states, muito apreciada por quem é apanhado; para mim, um foco de desatenção intermitente. Até porque estou tão viciado na perspectiva formatada do televisionamento que, curiosamente, me distraio mais no espectáculo ao vivo.
Parece-me estranho que se mantenha a necessidade de encerrar ruas em volta do recinto a cada jogo, agora que se construiu um estádio novo e uma rede de acessos própria.
Mesmo assim, indo a pé, demorei 5 minutos para entrar e 5 minutos para sair (com noventa minutos de intervalo, naturalmente), um luxo. E com cadeira marcada!
Nota importante: o lugar marcado foi respeitado.
Nota importante 2: por quanto tempo se manterá essa prática? Ou será possível crer que exista uma influência positiva - pelo menos essa, valha-nos Deus - do novo betão sobre as velhas pessoas? Uma espécie de contágio civilizacional, da infraestrutura para a estrutura interior? Espero que sim, estou precisado.
Maciel: um novo Eusébio, desta vez com as cores certas na camisola. Não percebo nada mas pareceu-me adequado.
Voxx
Ouçam a Voxx
Agora, sim, mesmo agora, corram para o aparelho, abandonem tudo, quebrem a reunião a meio, partam a porta de vidro, sorriam na antecipação do momento em que a torrente de som verte das válvulas, deliciem-se nesse instante e atinjam logo depois o momento zen do dia, aquele que nos ajuda a pintar de amarelo os dias cinzentos
domingo, fevereiro 08, 2004
quarta-feira, fevereiro 04, 2004
Um registo KiLegal
Da maminha da Janet Jackson
Aquilo foi tudo encenado, não foi?
Só vi a imagem no Público mas pareceu-me que aquela estrela (?) no mamilo estava, como dizer... pouco natural.
Quanto ao resto, esperava melhor de alguém com tanta massa e pretensões.
E será verdade que é aquele estrôncio que vai ver as maminhas da Cameron Diaz?
E como é que ele venceu o... raios, o outro dos Take That... Robbie Williams, nos MTV Music Awards?
Tantas perguntas importantes pela manhã!
terça-feira, fevereiro 03, 2004
Pomodorino al pomeriggio
Parece-me que o futebol, infelizmente o Porto também (embora eu o negue, se confrontado), é mais um exemplo do pior de que somos capazes. A maior tristeza é exactamente ser das poucas coisas em que somos relativamente bons. Os nossos orgulhos são o nosso mais baixo denominador comum.
Os Estados Unidos têm os seus esqueletos no armário mas presenteiam o mundo com o Spirit e a Opportunity.
Nós temos a vivência quotidiana, desmesurada, insidiosa, do lamaçal do futebol, que é o reflexo do que somos: o actual grande pisando os demais do alto da sua soberba, os ex-grandes esperando um novo D. Sebastião que lhes permita a vingança, os eternos pequenos dobrados e subservientes, as instituições capturadas, histéricas e desrespeitadas, o público mais alheado do que divertido.
Em todos, uma falta de respeito pelas regras do jogo, de urbanidade no comportamento e de comprometimento pelo trabalho.
Assim sendo, como cereja no topo do bolo, que melhor que o Euro?
Felizmente, há depois disto uma defesa do Baía, uma finta do Deco, um golo do Derlei, e recuperamos a noção do que é importante: essa emoção única e tão forte, a alegria imensa que o ritual colectivo traz, o sentimento de pertença e de partilha do sucesso, do sonho azul e branco.
O principio do fim...
Fiquem de olho ...tenham medo, tenham muito medo...
Um movimento separatista que tme tudo para embrulhar o pais num caos generalizado...
http://page.to/plpm
Um movimento separatista que tme tudo para embrulhar o pais num caos generalizado...
http://page.to/plpm
sexta-feira, janeiro 30, 2004
Hey, espera ai!!!
"O Ministério das Finanças penhorou um terço do ordenado do presidente dos Técnicos Oficiais de Contas."
hmmmmm........Ha qualquer coisa aqui que nao bate certo......
http://sic.sapo.pt/article28738visual4.html
hmmmmm........Ha qualquer coisa aqui que nao bate certo......
http://sic.sapo.pt/article28738visual4.html
segunda-feira, janeiro 26, 2004
quarta-feira, janeiro 21, 2004
Baby or Probe?
Probe: You gotta be kidding... right?
Isso foi tirado do Inimigo Público?
O que me lembra: o Inimigo Público é bastante muito mau, muito bom, ou vice-versa, ou ambos
O que me lembra 2: gostava que este blog fosse publicado em livro, postumamente ou depois da minha morte, consoante o que acontecer primeiro - obrigado pela linha, Woody Allen :)
terça-feira, janeiro 20, 2004
Nao passava de uma sonda tambem....
Bem, ao incio custa acreditar que e verdade mas passado um pouco faz todo o sentido. E ainda dizem que somos um pais pequeno sem qualquer influencia nas desventuras da humanidade.
quinta-feira, janeiro 15, 2004
Quero ser como ele
Havia um certo ar temerário naquele senhor já de idade avançada que fumava calmamente o seu cigarro cujo maço descansava em cima da mesa verde da "Mexicana" com as palavras "Fumar Mata" inscritas em letras garrafais.
Quero ser como ele. Acho que vou começar a fumar...
Quero ser como ele. Acho que vou começar a fumar...
quarta-feira, janeiro 14, 2004
plot mal escrito que não faz qualquer sentido num blog
I
duas pessoas que sorriem
dois mundos que se juntam e separam violentamente
dois mundos próximos
[esquema das duas e dos dois dois]
II
não
porquê?
fazer o quê?
III
escrever às escuras
deixar que as palavras não tenham destino pré-definido,
que se coloquem aleatoriamente no papel (?!)
IV
o tempo não existe
só existe o que fazemos com ele
a luz não existe
os teus olhos sim
duas pessoas que sorriem
dois mundos que se juntam e separam violentamente
dois mundos próximos
[esquema das duas e dos dois dois]
II
não
porquê?
fazer o quê?
III
escrever às escuras
deixar que as palavras não tenham destino pré-definido,
que se coloquem aleatoriamente no papel (?!)
IV
o tempo não existe
só existe o que fazemos com ele
a luz não existe
os teus olhos sim
quarta-feira, janeiro 07, 2004
Bom ano
Adoro quando alguém me telefona sem querer por eu ser o 1º nome na lista telefónica; e quando deixa mensagem inadvertidamente sinto-me, não sei, talvez como um magistrado do ministério público...
segunda-feira, dezembro 22, 2003
Need I say more?
Victoria inveja rabo de J-Lopez
Victoria Beckham desvendou esta semana à imprensa britânica o segredo para o casal mais mediático do mundo artístico não sentir saudades. A estrela pop afirmou que o contacto entre ela e o marido tem sido mantido através de muitas chamadas telefónicas (chegam a ser cem por dia!) que apelidou de "telefonemas eróticos".
A solução, a breve prazo, poderá passar pela compra de um jacto particular, a fim de encurtar a distância entre Madrid (cidade onde Beckham vive) e Londres (onde reside actualmente Victoria).
Noutro contexto, a ex Spice Girl teceu considerações curiosas acerca de Jeniffer Lopez. Entre outras coisas, Victoria cobiçou o rabo da cantora/actriz: "Gostaria de ter um rabo como o dela... mas não posso fazer nada. Contento-me com o corpo que tenho e procuro aproveitá-lo da melhor forma!"
http://www.cidadefm.iol.pt/news/news_body.asp?id=19718
Publicidade
Um anúncio de página inteira num jornal de circulação nacional informando que a actual gestão da Câmara Municipal de Lisboa gasta menos em publicidade do que a gestão anterior.
Gastamos dinheiro em publicidade para dizer que gastamos menos dinheiro em publicidade, que fique bem claro. Há algo de perversamente delicioso neste país.
quarta-feira, dezembro 17, 2003
Fenómenos
Entre os infinitos fenómenos que se dão à minha volta, isolo um. Reparo, por exemplo, num cinzeiro que tenho em cima da mesa (o resto fica imerso na sombra).
Se essa percepção se justifica (por exemplo, reparei no cinzeiro porque quero sacudir a cinza do cigarro), tudo vai bem.
Se reparei no cinzeiro por acaso e não tornei a pensar nele, tudo vai igualmente bem.
Mas se, depois de ter atentado nesse fenómeno sem qualquer fim determinado, voltar ao mesmo, que desgraça! Porque terei lá voltado, uma vez que aquilo não tem qualquer significado especial? Ah, ah! então é que sempre significava alguma coisa para mim, pois que lá voltei. E eis como, pelo simples facto de nos termos concentrado, sem razão, um segundo a mais sobre o fenómeno, a coisa começa a ficar um tanto à parte, começa a carregar-se de sentidos...
- Não, não! (defendemo-nos nós!), é um cinzeiro banalíssimo.
- Banalíssimo? Então porque nos defendemos, se na realidade ele é banal?
É assim que um fenómeno se transforma numa obsessão...
Será a realidade, na sua essência, obsessiva? Dado que construímos os nossos mundos por uma associação de fenómenos, nada me surpreenderia que, no começo dos séculos, tivesse havido uma associação gratuita e repetida, fixando uma direcção no meio do caos e instaurando uma ordem.
Há, na consciência, qualquer coisa de armadilha para si própria.
Se essa percepção se justifica (por exemplo, reparei no cinzeiro porque quero sacudir a cinza do cigarro), tudo vai bem.
Se reparei no cinzeiro por acaso e não tornei a pensar nele, tudo vai igualmente bem.
Mas se, depois de ter atentado nesse fenómeno sem qualquer fim determinado, voltar ao mesmo, que desgraça! Porque terei lá voltado, uma vez que aquilo não tem qualquer significado especial? Ah, ah! então é que sempre significava alguma coisa para mim, pois que lá voltei. E eis como, pelo simples facto de nos termos concentrado, sem razão, um segundo a mais sobre o fenómeno, a coisa começa a ficar um tanto à parte, começa a carregar-se de sentidos...
- Não, não! (defendemo-nos nós!), é um cinzeiro banalíssimo.
- Banalíssimo? Então porque nos defendemos, se na realidade ele é banal?
É assim que um fenómeno se transforma numa obsessão...
Será a realidade, na sua essência, obsessiva? Dado que construímos os nossos mundos por uma associação de fenómenos, nada me surpreenderia que, no começo dos séculos, tivesse havido uma associação gratuita e repetida, fixando uma direcção no meio do caos e instaurando uma ordem.
Há, na consciência, qualquer coisa de armadilha para si própria.
sexta-feira, dezembro 12, 2003
Bring back Bill
Não é qualquer presidente que merece uma oposição assim!
(major credit cards accepted)
http://www.babesagainstbush.com
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