Bem, ao incio custa acreditar que e verdade mas passado um pouco faz todo o sentido. E ainda dizem que somos um pais pequeno sem qualquer influencia nas desventuras da humanidade.
terça-feira, janeiro 20, 2004
quinta-feira, janeiro 15, 2004
Quero ser como ele
Havia um certo ar temerário naquele senhor já de idade avançada que fumava calmamente o seu cigarro cujo maço descansava em cima da mesa verde da "Mexicana" com as palavras "Fumar Mata" inscritas em letras garrafais.
Quero ser como ele. Acho que vou começar a fumar...
Quero ser como ele. Acho que vou começar a fumar...
quarta-feira, janeiro 14, 2004
plot mal escrito que não faz qualquer sentido num blog
I
duas pessoas que sorriem
dois mundos que se juntam e separam violentamente
dois mundos próximos
[esquema das duas e dos dois dois]
II
não
porquê?
fazer o quê?
III
escrever às escuras
deixar que as palavras não tenham destino pré-definido,
que se coloquem aleatoriamente no papel (?!)
IV
o tempo não existe
só existe o que fazemos com ele
a luz não existe
os teus olhos sim
duas pessoas que sorriem
dois mundos que se juntam e separam violentamente
dois mundos próximos
[esquema das duas e dos dois dois]
II
não
porquê?
fazer o quê?
III
escrever às escuras
deixar que as palavras não tenham destino pré-definido,
que se coloquem aleatoriamente no papel (?!)
IV
o tempo não existe
só existe o que fazemos com ele
a luz não existe
os teus olhos sim
quarta-feira, janeiro 07, 2004
Bom ano
Adoro quando alguém me telefona sem querer por eu ser o 1º nome na lista telefónica; e quando deixa mensagem inadvertidamente sinto-me, não sei, talvez como um magistrado do ministério público...
segunda-feira, dezembro 22, 2003
Need I say more?
Victoria inveja rabo de J-Lopez
Victoria Beckham desvendou esta semana à imprensa britânica o segredo para o casal mais mediático do mundo artístico não sentir saudades. A estrela pop afirmou que o contacto entre ela e o marido tem sido mantido através de muitas chamadas telefónicas (chegam a ser cem por dia!) que apelidou de "telefonemas eróticos".
A solução, a breve prazo, poderá passar pela compra de um jacto particular, a fim de encurtar a distância entre Madrid (cidade onde Beckham vive) e Londres (onde reside actualmente Victoria).
Noutro contexto, a ex Spice Girl teceu considerações curiosas acerca de Jeniffer Lopez. Entre outras coisas, Victoria cobiçou o rabo da cantora/actriz: "Gostaria de ter um rabo como o dela... mas não posso fazer nada. Contento-me com o corpo que tenho e procuro aproveitá-lo da melhor forma!"
http://www.cidadefm.iol.pt/news/news_body.asp?id=19718
Publicidade
Um anúncio de página inteira num jornal de circulação nacional informando que a actual gestão da Câmara Municipal de Lisboa gasta menos em publicidade do que a gestão anterior.
Gastamos dinheiro em publicidade para dizer que gastamos menos dinheiro em publicidade, que fique bem claro. Há algo de perversamente delicioso neste país.
quarta-feira, dezembro 17, 2003
Fenómenos
Entre os infinitos fenómenos que se dão à minha volta, isolo um. Reparo, por exemplo, num cinzeiro que tenho em cima da mesa (o resto fica imerso na sombra).
Se essa percepção se justifica (por exemplo, reparei no cinzeiro porque quero sacudir a cinza do cigarro), tudo vai bem.
Se reparei no cinzeiro por acaso e não tornei a pensar nele, tudo vai igualmente bem.
Mas se, depois de ter atentado nesse fenómeno sem qualquer fim determinado, voltar ao mesmo, que desgraça! Porque terei lá voltado, uma vez que aquilo não tem qualquer significado especial? Ah, ah! então é que sempre significava alguma coisa para mim, pois que lá voltei. E eis como, pelo simples facto de nos termos concentrado, sem razão, um segundo a mais sobre o fenómeno, a coisa começa a ficar um tanto à parte, começa a carregar-se de sentidos...
- Não, não! (defendemo-nos nós!), é um cinzeiro banalíssimo.
- Banalíssimo? Então porque nos defendemos, se na realidade ele é banal?
É assim que um fenómeno se transforma numa obsessão...
Será a realidade, na sua essência, obsessiva? Dado que construímos os nossos mundos por uma associação de fenómenos, nada me surpreenderia que, no começo dos séculos, tivesse havido uma associação gratuita e repetida, fixando uma direcção no meio do caos e instaurando uma ordem.
Há, na consciência, qualquer coisa de armadilha para si própria.
Se essa percepção se justifica (por exemplo, reparei no cinzeiro porque quero sacudir a cinza do cigarro), tudo vai bem.
Se reparei no cinzeiro por acaso e não tornei a pensar nele, tudo vai igualmente bem.
Mas se, depois de ter atentado nesse fenómeno sem qualquer fim determinado, voltar ao mesmo, que desgraça! Porque terei lá voltado, uma vez que aquilo não tem qualquer significado especial? Ah, ah! então é que sempre significava alguma coisa para mim, pois que lá voltei. E eis como, pelo simples facto de nos termos concentrado, sem razão, um segundo a mais sobre o fenómeno, a coisa começa a ficar um tanto à parte, começa a carregar-se de sentidos...
- Não, não! (defendemo-nos nós!), é um cinzeiro banalíssimo.
- Banalíssimo? Então porque nos defendemos, se na realidade ele é banal?
É assim que um fenómeno se transforma numa obsessão...
Será a realidade, na sua essência, obsessiva? Dado que construímos os nossos mundos por uma associação de fenómenos, nada me surpreenderia que, no começo dos séculos, tivesse havido uma associação gratuita e repetida, fixando uma direcção no meio do caos e instaurando uma ordem.
Há, na consciência, qualquer coisa de armadilha para si própria.
sexta-feira, dezembro 12, 2003
Bring back Bill
Não é qualquer presidente que merece uma oposição assim!
(major credit cards accepted)
http://www.babesagainstbush.com
sexta-feira, dezembro 05, 2003
Tony, meu nome é Tony Pinto
Descobrimos onde está o saudoso Tony, cantor de sucesso.
Não temam, a carreia continua em alta, apenas com outras cantigas.
Ouça você mesmo.
http://www.daetwyler.com/sales.htm
terça-feira, dezembro 02, 2003
bem torrada
E bom ver que a humanidade caminha para a perfeicao universal.
Obrigado senhores cientistas por nos oferecerem a torrada suprema!
Obrigado senhores cientistas por nos oferecerem a torrada suprema!
quarta-feira, novembro 26, 2003
Donato jogador do Deportivo de la Coruna decidiu reformar-se.
Donato disse que a decisão de se retirar fica a dever-se ao nascimento da sua neta, previsto para os próximos dias.
«Decidi permanecer na Corunha e abandonar o futebol para me dedicar a outras coisas. O futebol terminou para mim», acrescentou Donato.
Donato amigo, de facto algo me diz que talvez tenha sido uma boa altura para te teres reformado.
Donato disse que a decisão de se retirar fica a dever-se ao nascimento da sua neta, previsto para os próximos dias.
«Decidi permanecer na Corunha e abandonar o futebol para me dedicar a outras coisas. O futebol terminou para mim», acrescentou Donato.
Donato amigo, de facto algo me diz que talvez tenha sido uma boa altura para te teres reformado.
A dolorosa historia de floco de neve e um ministerio peculiar. Algumas historias sobre as quais todos nos devemos reflectir.
segunda-feira, novembro 24, 2003
sexta-feira, novembro 21, 2003
quinta-feira, novembro 20, 2003
Quem rouba a ladrão...
Peço emprestado, por razões óbvias, o que Joel Neto já tinha pedido emprestado a Tiago Rodrigues... [uma atenção da senhora que gosta de reticências...]:
«Quinta-feira, Novembro 13, 2003
"Para Onde Vão Os Poemas Quando Morrem?"
O primeiro livro de poesia de Tiago Rodrigues, Para Onde Vão Os Poemas Quando Morrem?, é tão pequenino, tão pequenino, que há nisso algo de grande. Não sou eu que o digo assim: roubo-lhe um excerto ao extraordinário "Versos": "Os meus versos são maus/porque eu sou mau e pobre/sou tão mau que às vezes até penso/que há nisso algo de bom (…)"
O livro tem 24 páginas e eu vou usá-lo como marcador. Sim, colocá-lo-ei no meio do Boa Tarde Às Coisas Aqui Em Baixo, do Lobo Antunes, e de vez em quando abrirei o marcador em vez do romance – para reler um poema.
// posted by Joel @ 13:27»
«Quinta-feira, Novembro 13, 2003
"Para Onde Vão Os Poemas Quando Morrem?"
O primeiro livro de poesia de Tiago Rodrigues, Para Onde Vão Os Poemas Quando Morrem?, é tão pequenino, tão pequenino, que há nisso algo de grande. Não sou eu que o digo assim: roubo-lhe um excerto ao extraordinário "Versos": "Os meus versos são maus/porque eu sou mau e pobre/sou tão mau que às vezes até penso/que há nisso algo de bom (…)"
O livro tem 24 páginas e eu vou usá-lo como marcador. Sim, colocá-lo-ei no meio do Boa Tarde Às Coisas Aqui Em Baixo, do Lobo Antunes, e de vez em quando abrirei o marcador em vez do romance – para reler um poema.
// posted by Joel @ 13:27»
Is murder meat?
No seguimento da prestação brilhante da selecção de todos nós em França, pergunto-me se algum dos programadores da matrix será sádico.
No entretanto, vale a pena espreitar
http://www.themeatrix.com
segunda-feira, novembro 17, 2003
Raleiras
Ainda não percebi muito bem se são os jornalistas portugueses que acompanham a GNR no Iraque ou se é a GNR que acompanha os jornalistas.
Estou quase tão cansado da Sr.ª Ruela e do Sr. Raleiras como estou de inaugurações de estádios de futebol (não quero fomentar ainda mais esta discussão que considero, aviso desde já, estéril mas........... o "do Dragão", verdade seja dita, é claramente o mais bonito deles todos...).
Estou quase tão cansado da Sr.ª Ruela e do Sr. Raleiras como estou de inaugurações de estádios de futebol (não quero fomentar ainda mais esta discussão que considero, aviso desde já, estéril mas........... o "do Dragão", verdade seja dita, é claramente o mais bonito deles todos...).
segunda-feira, novembro 10, 2003
Almôndegas
Uma referência inultrapassável na web; citando o post de 5 de Novembro do Sr. Pedro, "vao ver este saite". [referência de O.]
quarta-feira, novembro 05, 2003
Formula 3 XL
Há quem diga que o mundo sofrerá cada vez mais violentamente da dicotomia "haves" / "have nots".
Ao passear num qualquer fim-de-semana num sítio mais arejado da cidade de Lisboa fico com a nítida percepção que a verdadeira diferença será cada vez mais entre pais que reciclam carrinhos de bébé (rodas pequenas) e pais que compram carrinhos de bébé novos (com rodas grandes, amortecedores e cadeiras amovíveis e adaptáveis ao assento do automóvel).
Quem já não sentiu pena daquele bébé que crescerá concerteza traumatizado por se deslocar num qualquer carrinho do primo mais velho? Quem já não olhou com admiração para aquele pai que orgulhosamente transporta o seu mais bem amado rebento num " BENGALA FIXO" (com rodas dianteiras fixas ou giratórias; e travões independentes em cada roda traseira) da conceituada marca Babidéal ou num "RACER" (cadeira com três rodas, com assento reversível e adaptável a assento auto ou alcofa; travão de disco e sistema de fecho só com uma mão) da moderna Bébécar.
Eu, cá por mim, quando um rebento chegar, já tenho a minha escolha feita. Adivinharam? É fácil, não é? Se um pai gosta mesmo do seu filho, não pode hesitar. A opção tem que recair sobre o inigualável "Formula 3 XL" da Quinny, carrinho cheio de pormenores, com alumínio pintado, forras a condizer e, roam-se de inveja, jantes em alumínio.
Ao passear num qualquer fim-de-semana num sítio mais arejado da cidade de Lisboa fico com a nítida percepção que a verdadeira diferença será cada vez mais entre pais que reciclam carrinhos de bébé (rodas pequenas) e pais que compram carrinhos de bébé novos (com rodas grandes, amortecedores e cadeiras amovíveis e adaptáveis ao assento do automóvel).
Quem já não sentiu pena daquele bébé que crescerá concerteza traumatizado por se deslocar num qualquer carrinho do primo mais velho? Quem já não olhou com admiração para aquele pai que orgulhosamente transporta o seu mais bem amado rebento num " BENGALA FIXO" (com rodas dianteiras fixas ou giratórias; e travões independentes em cada roda traseira) da conceituada marca Babidéal ou num "RACER" (cadeira com três rodas, com assento reversível e adaptável a assento auto ou alcofa; travão de disco e sistema de fecho só com uma mão) da moderna Bébécar.
Eu, cá por mim, quando um rebento chegar, já tenho a minha escolha feita. Adivinharam? É fácil, não é? Se um pai gosta mesmo do seu filho, não pode hesitar. A opção tem que recair sobre o inigualável "Formula 3 XL" da Quinny, carrinho cheio de pormenores, com alumínio pintado, forras a condizer e, roam-se de inveja, jantes em alumínio.
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